– A notação que os físicos e matemáticos usam para a derivada é muito ruim, não faz sentido nenhum.
– É verdade, não dá nem pra usar regra da cadeia!

photo credit: austins_irish_pirate
– A notação que os físicos e matemáticos usam para a derivada é muito ruim, não faz sentido nenhum.
– É verdade, não dá nem pra usar regra da cadeia!

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Warning! Isto não é ficção.
Acabara de provar o Algoritmo da Divisão. Olhou pro quadro maravilhado. Contemplou o seu resultado por quase um minuto. Então, virou para os seus alunos. E disse:
Naquela época as pessoas não usavam roupas. Roupas eram caras, era privilégio da nobreza. Sempre que eu provo este resultado eu imagino Euclides provando-o e correndo aos seus amigos contar: “Descobri o Algoritmo da Divisão! Descobri o Algoritmo da Divisão!” e todos ficando excitados com a descoberta.
A turma do Bacharelado em Matemática Pura, assustada, fingiu que não ouviu. E de repente percebeu pela primeira vez que é compreensível o povo achar que matemática é coisa de gente maluca…

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Um grande professor de Álgebra Linear, num momento muito inspirado, certa vez disse à minha turma que matrizes são como mulheres. Afinal, (sic) pode-se fazer tudo com elas: somar, subtrair, multiplicar e mais uma porção de coisas.
No início desta semana reassisti Uma mente brilhante e lembrei-me dele. Num dos lances mais interessantes do filme, John Nash de certa forma coloca as mulheres numa matriz de payoffs afim de desenvolver o Equilíbrio de Nash:
Genial.
Warning: Infelizmente o que relatarei nesta série de posts não são piadas. São diálogos que realmente aconteceram nas redondezas da Cidade Universitária.
Dois futuros engenheiros estavam estudando para a primeira prova de Cálculo I:
– O que eu ainda não entendi é o que significa uma função ser limitada — perguntou o primeiro politécnico ao seu colega inteligente.
– Isso é fácil. — responde o segundo, cheio de moral — A função é limitada quando ela tem limite.

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